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Edna Franca
Comentário ·
há 8 anos
"Doutor" e "Excelência" não serão obrigatórios! Oohh, que legaaal!!... Mas eram? - Comentários ao PLS 332/2017
João Ralph Castaldi
·
há 8 anos
Bom dia, respeito a opinião de todos, porém, não acho que chamar um Ministro, Desembargador, Juiz, Promotor, Advogado, Conciliador, Mediador, Médico, etc, de "Doutor ou Excelência"seja supervalorizá-lo ou subserviência", muito embora hajam aqueles que se sintam assim, como em toda área. Muito menos, que tratá-los por" Senhor (a), Senhorita ou Senhoria ou até mesmo você, tu " seja desrespeitá-los ou ofendê-los, tudo é questão de costume/educação, pra mim o que vale é o respeito, já tive casos de ser chamada de Doutora (a maioria das vezes), Dona, Você, tú, mermãzia e todos foram tratados por mim com igual respeito e atenção. Particularmente, acho um desperdício de dinheiro público, pq independente de PL sempre vai existir alguém que chame ou não,, que exija ou não determinado tratamento.
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Gustavo Rocha
Artigo ·
há 11 anos
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O novo código de ética já foi publicado e irá entrar em vigor em 2016. Diante desta realidade, o consultor Gustavo Rocha analisou os artigos de maneira individual. Segue na íntegra o mesmo para...
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Artur Neto
Comentário ·
há 8 anos
"Doutor" e "Excelência" não serão obrigatórios! Oohh, que legaaal!!... Mas eram? - Comentários ao PLS 332/2017
João Ralph Castaldi
·
há 8 anos
Minha humilde opinião. Para uma sociedade sem ego, os pronomes de tratamento, são de tal modo, educacionais. Oras, o respeito se conquista, mas também se limita. Quando chamamos com o pronome de tratamento um juiz - Vossa Excelência, não é por obrigação, é por respeito por sua posição, não pela sua pessoa, mas pela instituição jurídica que ele representa, naquela cadeira ou quando se pronunciar juiz, ele, representa o judiciário. E se for por causa de títulos? Oras, quantas decisões fundamentadas, que poderia dizer "livro", mais bem analisadas que qualquer tese de Doutorado? Doutor Sim! Vossas excelências, Doutores, Senhores, não quero massagear seus egos, e sim, impor limites de desrespeito. Usamos o referido tratamento como reverência a aquelas pessoas expressivas de saber ilibado, de estudos contínuos, de defesas incansáveis, de acusador notável... Sim! São Doutores por seu conhecimento. Então na minha humilde opinião, não posso exigir que alguém me chame com o pronome de tratamento adequado, mas posso lutar pelo respeito alheio e o reconhecimento dos outros colegas. É lógico que em muitos casos, ocorre a soberba, e ela geralmente é contaminante. Mas sejamos educados, não é obrigatório usar o pronome de tratamento, mas ele impõe limites e abre portas, dignifica a conversa. Claro que os títulos de doutorados nos dá o direito do pronome de tratamento, mas, hoje pecamos pelo mercado financeiro que os títulos são vendidos ao invés de ser horados por mérito de estudo ou por seu trabalho dedicado a sociedade por seu conhecimento.
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Fabio Léo Bressan
Comentário ·
há 9 anos
Os cartórios de todo o Brasil começaram essa semana a emitir novos modelos de certidões
Lucas Daniel Medeiros Cezar
·
há 9 anos
Vou comentar conforme a minha própria situação. Tenho dois enteados (casal) e mais um filho natural. Comecei a namorar minha esposa quando o menino tinha quase dois anos e a menina 9 meses. Hoje ele tem 26 e ela 24 anos. Sempre fui o único pai que eles tiveram, alimentei e eduquei (inclusive ambos já são formados na faculdade). Sempre quisemos que essa nossa relação "socioafetiva" fosse registrada porém a burocracia sempre desanimou e havíamos planejado fazer testamento futuramente. Porém agora poderei partir dessa vida (que demore muito por sinal) com a tranquilidade que meus 3 FILHOS tenham os mesmos direitos. Eu quero, eles querem. Quem não quiser não faça.
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